:: Informativo de Comércio Exterior - AEB / Maio 2009 Ano X Nº 92

:: Informativo de Comércio Exterior - AEB /
Abril 2009 Ano IX Nº 91

:: Informativo de Comércio Exterior - AEB / Fevereiro/Março 2009 Ano X Nº 90

:: Valor Econômico
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:: O Globo
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:: Gazeta Mercantil
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:: Jornal do Commércio
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:: O Estado de São Paulo
- Governo vai lançar o Eximbank para financiar as exportações brasileiras
Renata Veríssimo e Lu Aiko Otta – Brasília
O governo pretende criar ainda este ano o Eximbank brasileiro, uma estrutura administrativa dedicada exclusivamente a financiar as exportações e a produção destinada ao mercado exterior. É um bom momento, pois poderíamos ter uma operação mais fluida, mais rápida, disse ao Estado o ministro do Desenvolvimento, Indústria e comércio exterior, Miguel Jorge. Será um braço forte do BNDES. Ele acrescentou que a ideia já recebeu sinal verde do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Vai sair, assegurou.
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:: Folha de São Paulo
- Mercado Aberto
Guilherme Barros
O governo tem mesmo razões de sobra para se mostrar preocupado com a valorização do real. O grande motivo de preocupação, como o próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem, é o reflexo dessa valorização do câmbio sobre as exportações. Segundo José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), a grande prejudicada com essa alta do real é a exportação de manufaturados, que já vinham em queda por conta da crise econômica internacional.
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:: Correio Braziliense
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:: Estado de Minas
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:: Zero Hora
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:: Economia, finanças públicas e federalismo
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:: FUNCEX - Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior
- Boletim Funcex de Comércio Exterior

Publicação mensal. Analisa o desempenho recente da balança comercial brasileira e apresenta os índices de preço e quantum das exportações e de rentabiliadade das exportações além da taxa de câmbio efetiva real do país.
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:: IEDI - Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial

:: CNI - Confederação Nacional da Indústria
   Publicações e Pesquisas

:: Jornal do Senado
   Notícias diárias do Senado Federal

:: Jornal da Câmara
   Notícias diárias da Câmara dos Deputados

:: APEX-Brasil
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:: Centros Internacionais de Negócios -
 CIN/CNI

    
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:: Sistema Radar Comercial
Desenvolvido pela Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, o Radar Comercial é um instrumento de consulta e análise de dados relativos ao comércio exterior, que tem como principal objetivo auxiliar na seleção de mercados e produtos que apresentam maior potencialidade para o incremento das exportações brasileiras.
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:: Ponto Focal de Barreiras
Técnicas às Exportações
Brazilian TBT/WTO Enquiry Point
Inmetro/CAINT
Serviços disponíveis ao exportador
- Alerta Exportador
- Denucie Barreiras Técnicas
- Perguntas mais freqüentes - FAQ
- Exigências Técnicas (País x Produtos)

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:: Senado Federal: Comissão de Acompanhamento da Crise Financeira e da Empregabilidade - CACFE
O relator, Senador Tasso Jereissati (PSDB – CE), apresentou o Relatório Parcial em 18.06, que trata dos trabalhos da Comissão concentrados nas questões do crédito na economia brasileira, que sofreu drástica contenção e encarecimento com a crise financeira global e que acabou por levar o País até a sua segunda recessão nesta década.
O Relatório, que compreende as discussões e as proposições dos três primeiros meses de trabalho da CACFE, está organizado em duas partes: primeira, uma avaliação da situação atual, descrevendo as principais características da crise financeira internacional e seus impactos sobre a economia brasileira; a evolução e determinantes do spread; o comportamento do crédito; e o cenário macroeconômico de recessão; segunda, destinadas a reduzir a inadimplência; aumentar a concorrência no sistema financeiro; reduzir custos; além de propostas para as matérias correlatas.
É destacada a necessidade de solucionar as questões relativas à aquisição de bens de capital, com a implementação de crédito à vista e automático dos tributos nãocumulativos (IPI, ICMS, PIS e COFINS) e , no caso dos créditos já acumulados pelos exportadores dos mesmos tributos, seja resolvido, o quanto antes, o estoque passado (via compensações, transferências para terceiros ou quitação direta pelo Tesouro antecipando apoio aos Estados).
    - Ver Relatório Parcial

:: Câmara dos Deputados: Comissões da Crise Econômico-Financeira

- Comércio
O deputado Neudo Campos (PP-RR) entregou em 17.06 o seu relatório preliminar à comissão especial que analisa o impacto da crise financeira sobre o comércio. O texto tem três focos, entre os quais a necessidade de incentivar as exportações.
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Para garantir a expansão das exportações, o relatório preliminar propõe, entre outras medidas, autorizar o BNDES a criar uma subsidiária voltada à concessão de seguro de crédito para as exportações; instituir lei geral do comércio exterior, unificando a legislação e criando política para o comércio externo; e reestruturar a legislação aduaneira, para reduzir custos, e a organização jurídica dos portos secos.
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Fonte: Câmara dos Deputados, Aconteceu - 18/06/2009 18h30

- Indústria
O deputado Pedro Eugênio (PT-PE) apresentou em 17.06 o seu relatório preliminar à comissão especial que analisa o impacto da crise financeira sobre a indústria, com vista ao recebimento de sugestões. Entre as propostas apresentadas, cite-se o aproveitamento integral do crédito do PIS/Pasep e Cofins no próprio mês da aquisição de bens de capital; redução a 0% o IPI sobre bens de capital; maior eficiência no despacho aduaneiro de amostras e material de demonstração e promoção comercial; e exploração de serviços de movimentação e armazenagem de mercadorias em Centro Logístico e Industrial Aduaneiro.
    - Ver propostas

Fonte: Câmara dos Deputados, Comissões Especiais - 17/06/2009

:: PIS/COFINS: “Venda” de Créditos de ICMS
A Lei nº 11.945, de 4.06.2009, nos artigos 15, 16 e 17 dispõem sobre a exclusão do PIS/PASEP e da COFINS, para fins de apuração da base de cálculo das contribuições, sobre as receitas decorrentes da transferência onerosa de créditos de ICMS originados de operações de exportação, conforme o disposto no inciso II do § 1º do art. 25 da Lei Complementar nº 87 de 1996.
É imprescindível verificar as legislações estaduais que dispõem sobre a transferência de créditos acumulados do ICMS.

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:: Drawback: alterações
A Lei nº 11.945, de 4.06.2009, nos artigos 12, 13 e 14 dispõe sobre o regime de drawback, prevendo a aquisição no mercado interno com suspensão do II, IPI, PIS/Pasep e Cofins; a prorrogação do prazo de ato concessório de drawback, em caráter excepcional e o deferimento de ato concessório tendo em conta agregação de valor e resultado da operação.
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:: ALADI – Adesão da República do Panamá
A 15ª Reunião do Conselho de Ministros da ALADI, realizada no dia 29.4.2009, aprovou a Resolução 64 (XV) pela qual os países membros aceitaram a adesão da República do Panamá ao organismo, sob as condições pactuadas.
Ainda que não haja obrigação formal, é de se supor que aquele país tenha interesse em desenvolver negociações bilaterais com os novos parceiros, visando tomar parte da rede de acordos tarifários de alcance parcial que vigora no organismo, visando receber e conceder maiores facilidades para o desenvolvimento das relações comerciais com os mesmos.
O Tratado de Montevidéu 1980 entrará em vigor, para a República do Panamá, trinta dias depois do depósito, por seu Governo, do Instrumento de Adesão junto ao Governo da República Oriental do Uruguai.

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:: Crise afetou 73% das empresas exportadoras
Sete em cada 10 empresas exportadoras brasileiras foram afetadas pela crise financeira internacional. E o principal impacto da crise nessas indústrias é a queda da demanda internacional, citada por 84% daquelas que responderam a Sondagem Especial – Comércio Exterior, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quinta-feira, 28 de maio, em Brasília. Outros 7% das que foram afetadas responderam que a escassez e/ou o encarecimento do crédito para as exportações foi o principal problema.
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    - Sondagem Especial Comércio Exterior

:: Financiamento às exportações
O governo federal pretende criar ainda este ano o Eximbank brasileiro, uma estrutura administrativa dedicada exclusivamente a financiar as exportações e a produção destinada ao mercado exterior, notícia amplamente divulgada na imprensa. Essa medida é anseio antigo do setor de comércio exterior. Em 2002, por ocasião do 22º ENAEX - Encontro Nacional de Comércio Exterior, o então ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, embaixador Sergio Amaral, anunciou iniciativas para transformar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) “em um poderoso Eximbank brasileiro” e simplificação de procedimentos de crédito às exportações.
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- Foi indicado relator do PLS 195/2005, que "Autoriza o Poder Executivo a criar o Banco Brasileiro de Exportação e Importação S.A e fixa diretrizes básicas para sua criação", o Senador Tasso Jereissati.

::Mercosul pelo avesso
Jornal do Commércio – 21/05/2009
Mauro Laviola

Diretor da Associação de Comércio Exterior do Brasil - AEB

Há necessidade de haver uma profunda revisão no modelo concebido para dar ao Mercosul a dimensão de uma verdadeira união aduaneira, sem o que jamais será viável alcançar o almejado mercado comum do Cone Sul.
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:: STF limita concessão de créditos de IPI em matéria-prima tributada para período posterior a 1999
Somente depois da entrada em vigor da Lei 9.779/99 se tornou possível a compensação de créditos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) pagos na entrada de insumos, quando o produto final for isento do tributo ou sujeito à alíquota zero. Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu na tarde desta quarta-feira (6) que não havia essa compensação no período de cinco anos anteriores à vigência da lei. A decisão foi tomada no julgamento conjunto dos Recursos Extraordinários (REs) 460785, 562980 e 475551. Os processos discutiam a possibilidade de, antes da edição da norma, as empresas terem direito de receber crédito do IPI pagos na entrada da matéria-prima, quando o produto final era isento do tributo ou se sujeito à alíquota zero. A Lei 9.779/99 regulamenta, entre outras questões tributárias, o aproveitamento de créditos do IPI, conforme determina o artigo 150, parágrafo 6º, da Constituição Federal de 1988.
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:: Giulite, um fidalgo
Folha de S. Paulo - 15/04/2009
Antonio Delfim Netto

Eu o vejo, sem medo de exagerar, como um herói nacional, um dos autênticos que se engajaram nos anos 60 e 70 do século passado na árdua aventura de abrir mercados para as exportações brasileiras. Especialmente para os produtos da indústria que tinham dificuldade de disputar os mercados externos.
Não muitas pessoas devem lembrar-se do grau de indigência do nosso comércio exterior na década de 60, quando Giulite Coutinho (nascido na Zona da Mata mineira) e um pequeno grupo de empresários da Guanabara, de São Paulo e de Minas criaram a Associação dos Exportadores Brasileiros (AEB) para se engajarem no esforço exportador que o governo vinha estimulando fortemente.
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:: Incertezas e perspectivas da economia mundial
O mundo espera um novo acordo global voltado à recuperação da economia, diante da crise atual, que demonstra não ter fronteiras. Pelas ações acertadas na reunião dos países do G-20, compondo Plano Global para Recuperação e Reforma, pretende-se alcançar um crescimento global acima de 2% ao final de 2010, comparado à contração de mais de 2% prevista este ano, por diferentes instituições internacionais.
As análises e projeções dos organismos internacionais, recém atualizadas, ainda revelam temores de estagnação, talvez recessão, diante das dúvidas que persistem sobre a economia mundial. Nas previsões para o crescimento no contexto da crise, a tônica é de queda, diferindo na magnitude dos efeitos sobre as atividades econômicas mundiais.
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:: Acompanhando a Reforma Tributária
- A Reforma Tributária, mais que nunca, toma espaço nas discussões sobre a economia brasileira, diante do desenrolar da crise mundial.
A Confederação Nacional da Indústria – CNI a destaca entre as propostas legislativas consideradas prioritárias e de alto impacto no ambiente de negócios do país, na Agenda Legislativa da Indústria de 2009.
O presidente da Câmara, Deputado Michel Temer, pretende colocar em discussão a PEC da Reforma Tributária caso prevaleça a decisão do Supremo Tribunal Federal de que as medidas provisórias só trancam a pauta no caso de tratar de leis ordinárias.
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- A Reforma Tributária, em tramitação na Câmara dos Deputados, após aprovada será encaminhada para apreciação do Senado Federal, em que, na Comissão de Assuntos Econômicos – CAE, foi instituída a Subcomissão Temporária da Reforma Tributária – CAERT, destinada a avaliar a funcionalidade do sistema tributário nacional e o desempenho das administrações tributárias, e analisar a reforma tributária.
A matéria foi objeto de Relatório Preliminar, de março de 2008. Segundo o relator, Senador Francisco Dornelles, não se trata de um projeto pronto e acabado, tendo caráter especulativo e de contribuição para o debate. O relatório “procura apontar diferentes alternativas para mudanças nas competências tributárias e de transferência com o objetivo de contribuir para as discussões”, não sendo uma outra proposta de reforma tributária, mas proposições para “a construção de um novo sistema tributário no país”. Como contribuição aos muitos debates que estão por vir, é interessante conhecer o Relatório Preliminar.

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- A Reforma Tributária voltou a ser tema recorrente, até porque, no atual momento de “turbulências” na economia, a carga tributária tem destaque entre os fatores inibidores à geração de empregos e ao desenvolvimento do país. As diversas propostas apresentadas nos últimos anos têm suscitado questionamentos, como pode ser observado nos artigos citados, e apontam para o aumento da carga tributária no Brasil.

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- O reinício dos debates sobre a proposta de Reforma Tributária, que segundo o relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), já está pronta para ser votada em Plenário, enseja sejam divulgados o andamento da matéria na Câmara dos Deputados e opiniões de especialistas, sob diversas óticas.
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::Financiamento à exportação
Jornal do Commercio – 04/03/2009
Wagner de Medeiros

Ex-gerente geral do Banco do Brasil nos EUA e consultor da Associação de Comércio Exterior do Brasil - AEB

O Brasil discute com os vizinhos operações de swap de moedas - real contra moedas locais - como o fez com o Federal Reserve Bank, visando ajudá-los nas operações comerciais com o nosso País. Por outro lado, tramita projeto de lei do senador Raimundo Colombo (DEM-SC) propondo que seja vedado ao BNDES financiar governos e empresas públicas estrangeiros, ante a dúvida de ser necessário à realização das exportações e pelos riscos de inadimplência, citando recente ameaça do Equador de não honrar pagamentos, que, afinal, foram liquidados, como previsto no Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR), sob o qual a operação foi contratada, prevalecendo as garantias e o histórico de cumprimento às normas do convênio.
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:: A realidade do comércio exterior
O Estado de São Paulo -10/02/2009
Benedicto Fonseca Moreira

Presidente da AEB
Superada a inadequada imposição de licença prévia na importação, seria recomendável o governo iniciar discussão sobre a reorganização do comércio exterior, tendo em vista: a importância do setor para a sustentação do desenvolvimento econômico e geração de emprego e como instrumento coadjuvante no combate à inflação, a adaptação à realidade do comércio mundial e a competição em ambiente de protecionismo não-tarifário em contexto de crise.
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:: O comércio exterior e a crise
O Estado de São Paulo -10/02/2009
Rubens Barbosa

Presidente do Conselho de Comércio Exterior da Fiesp
A crise financeira global e a recessão das economias desenvolvidas da Europa e dos EUA, além da redução significativa do crescimento da China e dos países emergentes, acarretaram, de maneira dramática, a rápida queda no nível de emprego e no intercâmbio comercial global. O fracasso da Rodada Doha e o perigoso incremento das tendências protecionistas nos países desenvolvidos, a começar pelos EUA, tornarão a situação ainda mais complexa.
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:: A Vulnerabilidade Externa da Economia Brasileira
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente da AEB
O presente texto não pretende teorizar em torno da vulnerabilidade, mas enfocá-la de maneira objetiva, de modo a servir de subsídio à reunião da Cúpula Empresarial, para discutir como “Usar a Crise como Oportunidade”.
A vulnerabilidade externa pode ser comercial ou operacional, o que não demandaria maiores preocupações, como também estrutural ou endêmica. De modo simples, pode ser definida como dificuldades, em diferentes graus, para atender obrigações de pagamentos externos. É medida nas contas externas, e visível no comportamento da tendência do balanço de pagamentos em transações correntes.
O Brasil conviveu com déficits em transações correntes entre 1947 e 2002, tendo alterado a situação entre 2003/2007, sustentada na demanda externa que resultou em crescentes exportações e elevados superávits comerciais, que somados ao importante ingresso de recursos externos, permitiram acumular adequado nível de reservas, criando a expectativa de superação da vulnerabilidade externa (Anexo I). Em 2008, houve retorno do déficit (Anexo II).
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:: Situação e Perspectivas para a Economia Mundial
As Nações Unidas publicaram o relatório “World Economic Situation and Prospects 2009”, em que são apresentadas análises e cenários para o crescimento da economia global, diante da crise que se desenvolve.

As projeções das Nações Unidas foram analisadas por José Roberto Afonso, em “Desaceleração da Economia Mundial: uma primeira idéia”, com destaque para os cenários para o Brasil.

O relatório das Nações Unidas está disponível em http://www.unctad.org/en/docs/wesp2009_en.pdf

:: Previsão para a Balança Comercial em 2009
- Os dados projetados para a Balança Comercial em 2009 refletem a volatilidade e instabilidade econômica vigentes nos mercados doméstico e internacional, e espelham os impactos negativos de uma crise com diferentes ramificações em toda a economia global, que se entrelaçam, formando um nó ainda sem saber como e quando será desatado.
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Em meados de 2008, a AEB apresentou as tendências para a Balança Comercial brasileira no ano. Os resultados preliminares divulgados pela SECEX/MDIC superam, em muito pouco, as expectativas da Associação.
   - Tendências Balança Comercial em 2008
   - Balança Comercial Brasileira 2008

:: Os portos e a confusão de objetivos
O Estado de São Paulo - 17/12/2008
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente da AEB

É conhecida a nossa capacidade de perder tempo, energia e recursos com discussões em que o acessório prevalece sobre o principal. No passado, enquanto se discutia o aumento da tripulação nos navios mercantes brasileiros, no exterior se promovia a sua redução pela introdução de novas tecnologias e se ampliavam as frotas, tendo como resultado o crescimento da marinha mercante mundial, gerando mais empregos. A brasileira encolheu e foi sucateada, com perda de empregos, e a cabotagem irá pelo mesmo caminho se o governo não entender que merece tratamento particularizado, por sua importância no comércio e no abastecimento inter-regional e pela base de sustentação para o retorno à navegação de longo curso.
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:: CCR, mecanismo que viabiliza exportações
Gazeta Mercantil - 16/12/2008
José Augusto de Castro
Vice-Presidente da AEB

Na longínqua década de 1960, comércio exterior no Brasil era uma atividade restrita à exportação de mercadorias como café, açúcar, minério, etc., e à importação de petróleo, máquinas, automóveis, etc. - época em que os países da América do Sul estavam organizados sob o manto da antiga Associação Latino-Americana de Livre Comércio (Alalc), substituída pela atual Associação Latino-Americana de Integração.(Aladi).
Apesar do pequeno volume de comércio entre os países sul-americanos, a visão de longo prazo vigente naquela época proporcionou a criação em 1965 do Convênio de Créditos e Pagamentos Recíprocos (CCR), instrumento de política de comércio exterior que permitiu ampliar exportações e importações, promover desenvolvimento econômico regional e, principalmente, oferecer garantia de pagamento às exportações, mediante compensação quadrimestral realizada no Banco Central do Peru pelo banco central de cada país, envolvendo as exportações e importações de bens e serviços concretizados em cada período de quatro meses.
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:: Inserção Internacional Inteligente para evitar a Vulnerabilidade Externa
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente da AEB
- Texto elaborado para o Fórum Especial “Como Ser o Melhor dos BRICs.”. Instituto Nacional de Altos Estudos - INAE. Rio de Janeiro. setembro de 2008.
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:: Os desafios do Brasil na exportação
Jornal do Brasil - 31/08/2008
José Augusto de Castro
Vice-Presidente da AEB

Ao se analisar, sob o aspecto numérico, os dados do comércio exterior brasileiro dos últimos anos, a impressão é a melhor possível, não apenas pelos seus robustos superávits comerciais, como também pelos expressivos e contínuos crescimentos nos montantes de exportação e importação.
Estes resultados foram obtidos tendo como base as seguintes realidades, no que tange ao segmento de exportação:
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:: Política de comércio exterior: equívocos e tendência de déficits em transações correntes
Os déficits em Transações Correntes e a política de comércio exterior (Parte I)
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente da AEB
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:: Dogmatização do câmbio e exportações
O Estado de São Paulo - 10/04/2008
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente da AEB
O que causa maior prejuízo ao País: a dogmatização do câmbio, as greves dos auditores fiscais da Receita Federal do Brasil ou a manutenção das “barreiras internas” à produção e à exportação?
O câmbio depreciado prejudica a competitividade na exportação, mas beneficia a importação de bens essenciais, necessários ao crescimento econômico e ao reforço da oferta, com efeitos sobre a inflação. As greves, entretanto, prejudicam não apenas o comércio exterior, mas também a receita do governo, o emprego, os investimentos, a política de combate à inflação, a seriedade e a imagem do País no exterior.

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:: Simplificar a burocracia no comércio
O Estado de São Paulo - 06/02/2008
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente da AEB
Em dezembro passado, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior baixou a Resolução nº 70, reafirmando a competência, de fato e de direito, da Câmara de Comércio Exterior (Camex) sobre matérias relevantes relacionadas ao comércio exterior, ainda que consistam em atos de outros órgãos federais, em especial propostas de projetos de lei de iniciativa do Poder Executivo, de decreto ou de portaria ministerial.
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:: A reabertura dos portos brasileiros
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente da AEB
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