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Senado
Federal: Comissão de Acompanhamento da Crise Financeira
e da Empregabilidade - CACFE
O relator, Senador Tasso Jereissati (PSDB – CE), apresentou
o Relatório Parcial em 18.06, que trata dos trabalhos da
Comissão concentrados nas questões do crédito
na economia brasileira, que sofreu drástica contenção
e encarecimento com a crise financeira global e que acabou por
levar o País até a sua segunda recessão nesta
década.
O Relatório, que compreende as discussões e as proposições
dos três primeiros meses de trabalho da CACFE, está
organizado em duas partes: primeira, uma avaliação
da situação atual, descrevendo as principais características
da crise financeira internacional e seus impactos sobre a economia
brasileira; a evolução e determinantes do spread;
o comportamento do crédito; e o cenário macroeconômico
de recessão; segunda, destinadas a reduzir a inadimplência;
aumentar a concorrência no sistema financeiro; reduzir custos;
além de propostas para as matérias correlatas.
É destacada a necessidade de solucionar as questões
relativas à aquisição de bens de capital,
com a implementação de crédito à vista
e automático dos tributos nãocumulativos (IPI, ICMS,
PIS e COFINS) e , no caso dos créditos já acumulados
pelos exportadores dos mesmos tributos, seja resolvido, o quanto
antes, o estoque passado (via compensações, transferências
para terceiros ou quitação direta pelo Tesouro antecipando
apoio aos Estados).
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Ver Relatório Parcial
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Câmara
dos Deputados: Comissões da Crise Econômico-Financeira
- Comércio
O deputado Neudo Campos (PP-RR) entregou em 17.06 o seu relatório
preliminar à comissão especial que analisa o impacto
da crise financeira sobre o comércio. O texto tem três
focos, entre os quais a necessidade de incentivar as exportações.
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Ver íntegra da Notícia
Para
garantir a expansão das exportações, o relatório
preliminar propõe, entre outras medidas, autorizar o BNDES
a criar uma subsidiária voltada à concessão
de seguro de crédito para as exportações;
instituir lei geral do comércio exterior, unificando a
legislação e criando política para o comércio
externo; e reestruturar a legislação aduaneira,
para reduzir custos, e a organização jurídica
dos portos secos.
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Ver detalhes do relatório preliminar
Fonte: Câmara dos Deputados, Aconteceu - 18/06/2009 18h30
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Indústria
O deputado Pedro Eugênio (PT-PE) apresentou em 17.06 o seu
relatório preliminar à comissão especial
que analisa o impacto da crise financeira sobre a indústria,
com vista ao recebimento de sugestões. Entre as propostas
apresentadas, cite-se o aproveitamento integral do crédito
do PIS/Pasep e Cofins no próprio mês da aquisição
de bens de capital; redução a 0% o IPI sobre bens
de capital; maior eficiência no despacho aduaneiro de amostras
e material de demonstração e promoção
comercial; e exploração de serviços de movimentação
e armazenagem de mercadorias em Centro Logístico e Industrial
Aduaneiro.
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Ver propostas
Fonte:
Câmara dos Deputados, Comissões Especiais - 17/06/2009
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PIS/COFINS:
“Venda” de Créditos de ICMS
A Lei
nº 11.945, de 4.06.2009, nos artigos 15, 16 e 17 dispõem
sobre a exclusão do PIS/PASEP e da COFINS, para fins de
apuração da base de cálculo das contribuições,
sobre as receitas decorrentes da transferência onerosa de
créditos de ICMS originados de operações
de exportação, conforme o disposto no inciso II
do § 1º do art. 25 da Lei Complementar nº 87 de
1996.
É imprescindível verificar as legislações
estaduais que dispõem sobre a transferência de créditos
acumulados do ICMS.
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Drawback:
alterações
A Lei
nº 11.945, de 4.06.2009, nos artigos 12, 13 e 14 dispõe
sobre o regime de drawback, prevendo a aquisição
no mercado interno com suspensão do II, IPI, PIS/Pasep
e Cofins; a prorrogação do prazo de ato concessório
de drawback, em caráter excepcional e o deferimento de
ato concessório tendo em conta agregação
de valor e resultado da operação.
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ALADI
– Adesão da República do Panamá
A 15ª Reunião do Conselho de Ministros da ALADI, realizada
no dia 29.4.2009, aprovou a Resolução 64 (XV) pela
qual os países membros aceitaram a adesão da República
do Panamá ao organismo, sob as condições
pactuadas.
Ainda que não haja obrigação formal, é
de se supor que aquele país tenha interesse em desenvolver
negociações bilaterais com os novos parceiros, visando
tomar parte da rede de acordos tarifários de alcance parcial
que vigora no organismo, visando receber e conceder maiores facilidades
para o desenvolvimento das relações comerciais com
os mesmos.
O Tratado de Montevidéu 1980 entrará em vigor, para
a República do Panamá, trinta dias depois do depósito,
por seu Governo, do Instrumento de Adesão junto ao Governo
da República Oriental do Uruguai.
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Crise
afetou 73% das empresas exportadoras
Sete em cada 10 empresas exportadoras brasileiras foram afetadas
pela crise financeira internacional. E o principal impacto da
crise nessas indústrias é a queda da demanda internacional, citada
por 84% daquelas que responderam a Sondagem Especial – Comércio
Exterior, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI)
e divulgada nesta quinta-feira, 28 de maio, em Brasília. Outros
7% das que foram afetadas responderam que a escassez e/ou o encarecimento
do crédito para as exportações foi o principal problema.
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Sondagem Especial Comércio Exterior
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Financiamento às exportações
O governo federal pretende criar ainda este ano o Eximbank brasileiro, uma estrutura administrativa dedicada exclusivamente a financiar as exportações e a produção destinada ao mercado exterior, notícia amplamente divulgada na imprensa.
Essa medida é anseio antigo do setor de comércio exterior. Em 2002, por ocasião do 22º ENAEX - Encontro Nacional de Comércio Exterior, o então ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, embaixador Sergio Amaral, anunciou iniciativas para transformar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) “em um poderoso Eximbank brasileiro” e simplificação de procedimentos de crédito às exportações.
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- Foi indicado relator do PLS 195/2005, que "Autoriza o Poder Executivo a criar o Banco Brasileiro de Exportação e Importação S.A e fixa diretrizes básicas para sua criação", o Senador Tasso Jereissati.
::Mercosul
pelo avesso
Jornal
do Commércio – 21/05/2009
Mauro Laviola
Diretor
da Associação de Comércio Exterior do Brasil - AEB
Há necessidade de haver uma profunda revisão no modelo concebido
para dar ao Mercosul a dimensão de uma verdadeira união aduaneira,
sem o que jamais será viável alcançar o almejado mercado comum
do Cone Sul.
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STF limita concessão de créditos de IPI em matéria-prima tributada para período posterior a 1999
Somente depois da entrada em vigor da Lei 9.779/99 se tornou possível a compensação de créditos de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) pagos na entrada de insumos, quando o produto final for isento do tributo ou sujeito à alíquota zero. Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu na tarde desta quarta-feira (6) que não havia essa compensação no período de cinco anos anteriores à vigência da lei.
A decisão foi tomada no julgamento conjunto dos Recursos Extraordinários (REs) 460785, 562980 e 475551. Os processos discutiam a possibilidade de, antes da edição da norma, as empresas terem direito de receber crédito do IPI pagos na entrada da matéria-prima, quando o produto final era isento do tributo ou se sujeito à alíquota zero. A Lei 9.779/99 regulamenta, entre outras questões tributárias, o aproveitamento de créditos do IPI, conforme determina o artigo 150, parágrafo 6º, da Constituição Federal de 1988.
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Giulite,
um fidalgo
Folha de S. Paulo - 15/04/2009
Antonio Delfim Netto
Eu o vejo, sem medo de exagerar, como um herói nacional,
um dos autênticos que se engajaram nos anos 60 e 70 do século
passado na árdua aventura de abrir mercados para as exportações
brasileiras. Especialmente para os produtos da indústria
que tinham dificuldade de disputar os mercados externos.
Não muitas pessoas devem lembrar-se do grau de indigência
do nosso comércio exterior na década de 60, quando
Giulite Coutinho (nascido na Zona da Mata mineira) e um pequeno
grupo de empresários da Guanabara, de São Paulo
e de Minas criaram a Associação dos Exportadores
Brasileiros (AEB) para se engajarem no esforço exportador
que o governo vinha estimulando fortemente.
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Incertezas
e perspectivas da economia mundial
O mundo espera um novo acordo global voltado à recuperação da
economia, diante da crise atual, que demonstra não ter fronteiras.
Pelas ações acertadas na reunião dos países do G-20, compondo
Plano Global para Recuperação e Reforma, pretende-se alcançar
um crescimento global acima de 2% ao final de 2010, comparado
à contração de mais de 2% prevista este ano, por diferentes instituições
internacionais.
As análises e projeções dos organismos internacionais, recém atualizadas,
ainda revelam temores de estagnação, talvez recessão, diante das
dúvidas que persistem sobre a economia mundial. Nas previsões
para o crescimento no contexto da crise, a tônica é de queda,
diferindo na magnitude dos efeitos sobre as atividades econômicas
mundiais.
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Acompanhando a Reforma Tributária
- A Reforma Tributária, mais que nunca, toma espaço nas discussões sobre a economia brasileira, diante do desenrolar da crise mundial.
A Confederação Nacional da Indústria – CNI a destaca entre as propostas legislativas consideradas prioritárias e de alto impacto no ambiente de negócios do país, na Agenda Legislativa da Indústria de 2009.
O presidente da Câmara, Deputado Michel Temer, pretende colocar em discussão a PEC da Reforma Tributária caso prevaleça a decisão do Supremo Tribunal Federal de que as medidas provisórias só trancam a pauta no caso de tratar de leis ordinárias.
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- A Reforma Tributária, em tramitação na Câmara dos Deputados, após aprovada será encaminhada para apreciação do Senado Federal, em que, na Comissão de Assuntos Econômicos – CAE, foi instituída a Subcomissão Temporária da Reforma Tributária – CAERT, destinada a avaliar a funcionalidade do sistema tributário nacional e o desempenho das administrações tributárias, e analisar a reforma tributária.
A matéria foi objeto de Relatório Preliminar, de março de 2008. Segundo o relator, Senador Francisco Dornelles, não se trata de um projeto pronto e acabado, tendo caráter especulativo e de contribuição para o debate. O relatório “procura apontar diferentes alternativas para mudanças nas competências tributárias e de transferência com o objetivo de contribuir para as discussões”, não sendo uma outra proposta de reforma tributária, mas proposições para “a construção de um novo sistema tributário no país”.
Como contribuição aos muitos debates que estão por vir, é interessante conhecer o Relatório Preliminar.
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- A Reforma Tributária voltou a ser tema recorrente, até porque, no atual momento de “turbulências” na economia, a carga tributária tem destaque entre os fatores inibidores à geração de empregos e ao desenvolvimento do país.
As diversas propostas apresentadas nos últimos anos têm suscitado questionamentos, como pode ser observado nos artigos citados, e apontam para o aumento da carga tributária no Brasil.
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- O reinício dos debates sobre a proposta de Reforma Tributária, que segundo o relator, deputado Sandro Mabel (PR-GO), já está pronta para ser votada em Plenário, enseja sejam divulgados o andamento da matéria na Câmara dos Deputados e opiniões de especialistas, sob diversas óticas.
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::Financiamento à exportação
Jornal do Commercio – 04/03/2009
Wagner de Medeiros
Ex-gerente
geral do Banco do Brasil nos EUA e consultor da Associação de
Comércio Exterior do Brasil - AEB
O Brasil discute com os vizinhos operações de swap de moedas - real contra moedas locais - como o fez com o Federal Reserve Bank, visando ajudá-los nas operações comerciais com o nosso País. Por outro lado, tramita projeto de lei do senador Raimundo Colombo (DEM-SC) propondo que seja vedado ao BNDES financiar governos e empresas públicas estrangeiros, ante a dúvida de ser necessário à realização das exportações e pelos riscos de inadimplência, citando recente ameaça do Equador de não honrar pagamentos, que, afinal, foram liquidados, como previsto no Convênio de Pagamentos e Créditos Recíprocos (CCR), sob o qual a operação foi contratada, prevalecendo as garantias e o histórico de cumprimento às normas do convênio.
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A realidade do comércio exterior
O Estado de São Paulo -10/02/2009
Benedicto Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
Superada a inadequada imposição de licença prévia na importação,
seria recomendável o governo iniciar discussão sobre a reorganização
do comércio exterior, tendo em vista: a importância do setor
para a sustentação do desenvolvimento econômico e geração de
emprego e como instrumento coadjuvante no combate à inflação,
a adaptação à realidade do comércio mundial e a competição em
ambiente de protecionismo não-tarifário em contexto de crise.
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::
O
comércio exterior e a crise
O Estado de São Paulo -10/02/2009
Rubens Barbosa
Presidente
do Conselho de Comércio Exterior da Fiesp
A crise financeira global e a recessão das economias desenvolvidas
da Europa e dos EUA, além da redução significativa do crescimento
da China e dos países emergentes, acarretaram, de maneira dramática,
a rápida queda no nível de emprego e no intercâmbio comercial
global. O fracasso da Rodada Doha e o perigoso incremento das
tendências protecionistas nos países desenvolvidos, a começar
pelos EUA, tornarão a situação ainda mais complexa.
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::
A
Vulnerabilidade Externa da Economia Brasileira
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
O presente texto não pretende teorizar em torno da vulnerabilidade,
mas enfocá-la de maneira objetiva, de modo a servir de
subsídio à reunião da Cúpula Empresarial,
para discutir como “Usar a Crise como Oportunidade”.
A vulnerabilidade externa pode ser comercial ou operacional,
o que não demandaria maiores preocupações,
como também estrutural ou endêmica. De modo simples,
pode ser definida como dificuldades, em diferentes graus, para
atender obrigações de pagamentos externos. É
medida nas contas externas, e visível no comportamento
da tendência do balanço de pagamentos em transações
correntes.
O Brasil conviveu com déficits em transações
correntes entre 1947 e 2002, tendo alterado a situação
entre 2003/2007, sustentada na demanda externa que resultou
em crescentes exportações e elevados superávits
comerciais, que somados ao importante ingresso de recursos externos,
permitiram acumular adequado nível de reservas, criando
a expectativa de superação da vulnerabilidade
externa (Anexo I). Em 2008, houve retorno do déficit
(Anexo II).
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Situação
e Perspectivas para a Economia Mundial
As Nações Unidas publicaram o relatório
“World Economic Situation and Prospects 2009”, em
que são apresentadas análises e cenários
para o crescimento da economia global, diante da crise que se
desenvolve.
As
projeções das Nações Unidas foram
analisadas por José Roberto Afonso, em “Desaceleração
da Economia Mundial: uma primeira idéia”, com
destaque para os cenários para o Brasil.
O
relatório das Nações Unidas está
disponível em http://www.unctad.org/en/docs/wesp2009_en.pdf
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Previsão
para a Balança Comercial em 2009
- Os dados projetados para a Balança Comercial em 2009
refletem a volatilidade e instabilidade econômica vigentes
nos mercados doméstico e internacional, e espelham os
impactos negativos de uma crise com diferentes ramificações
em toda a economia global, que se entrelaçam, formando
um nó ainda sem saber como e quando será desatado.
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Em
meados de 2008, a AEB apresentou as tendências para a
Balança Comercial brasileira no ano. Os resultados preliminares
divulgados pela SECEX/MDIC superam, em muito pouco, as expectativas
da Associação.
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Tendências
Balança Comercial em 2008
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Balança
Comercial Brasileira 2008
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Os
portos e a confusão de objetivos
O
Estado de São Paulo - 17/12/2008
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
É conhecida a nossa capacidade de perder tempo, energia
e recursos com discussões em que o acessório prevalece
sobre o principal. No passado, enquanto se discutia o aumento
da tripulação nos navios mercantes brasileiros,
no exterior se promovia a sua redução pela introdução
de novas tecnologias e se ampliavam as frotas, tendo como resultado
o crescimento da marinha mercante mundial, gerando mais empregos.
A brasileira encolheu e foi sucateada, com perda de empregos,
e a cabotagem irá pelo mesmo caminho se o governo não
entender que merece tratamento particularizado, por sua importância
no comércio e no abastecimento inter-regional e pela
base de sustentação para o retorno à navegação
de longo curso.
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CCR,
mecanismo que viabiliza exportações
Gazeta
Mercantil - 16/12/2008
José
Augusto de Castro
Vice-Presidente
da AEB
Na longínqua década de 1960, comércio exterior
no Brasil era uma atividade restrita à exportação
de mercadorias como café, açúcar, minério,
etc., e à importação de petróleo,
máquinas, automóveis, etc. - época em que
os países da América do Sul estavam organizados
sob o manto da antiga Associação Latino-Americana
de Livre Comércio (Alalc), substituída pela atual
Associação Latino-Americana de Integração.(Aladi).
Apesar do pequeno volume de comércio entre os países
sul-americanos, a visão de longo prazo vigente naquela
época proporcionou a criação em 1965 do
Convênio de Créditos e Pagamentos Recíprocos
(CCR), instrumento de política de comércio exterior
que permitiu ampliar exportações e importações,
promover desenvolvimento econômico regional e, principalmente,
oferecer garantia de pagamento às exportações,
mediante compensação quadrimestral realizada no
Banco Central do Peru pelo banco central de cada país,
envolvendo as exportações e importações
de bens e serviços concretizados em cada período
de quatro meses.
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Inserção
Internacional Inteligente para evitar a Vulnerabilidade Externa
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
- Texto elaborado para o Fórum Especial “Como Ser
o Melhor dos BRICs.”. Instituto Nacional de Altos Estudos
- INAE. Rio de Janeiro. setembro de 2008.
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Os
desafios do Brasil na exportação
Jornal
do Brasil - 31/08/2008
José
Augusto de Castro
Vice-Presidente
da AEB
Ao se analisar, sob o aspecto numérico, os dados do comércio
exterior brasileiro dos últimos anos, a impressão
é a melhor possível, não apenas pelos seus
robustos superávits comerciais, como também pelos
expressivos e contínuos crescimentos nos montantes de
exportação e importação.
Estes resultados foram obtidos tendo como base as seguintes
realidades, no que tange ao segmento de exportação:
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Política de comércio exterior: equívocos
e tendência de déficits em transações
correntes
Os déficits em Transações
Correntes e a política de comércio exterior (Parte
I)
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
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Dogmatização
do câmbio e exportações
O
Estado de São Paulo - 10/04/2008
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
O
que causa maior prejuízo ao País: a dogmatização
do câmbio, as greves dos auditores fiscais da Receita
Federal do Brasil ou a manutenção das “barreiras
internas” à produção e à exportação?
O câmbio depreciado prejudica a competitividade na exportação,
mas beneficia a importação de bens essenciais,
necessários ao crescimento econômico e ao reforço
da oferta, com efeitos sobre a inflação. As greves,
entretanto, prejudicam não apenas o comércio exterior,
mas também a receita do governo, o emprego, os investimentos,
a política de combate à inflação,
a seriedade e a imagem do País no exterior.
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Simplificar
a burocracia no comércio
O
Estado de São Paulo - 06/02/2008
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
Em
dezembro passado, o Conselho de Ministros da Câmara de
Comércio Exterior baixou a Resolução nº
70, reafirmando a competência, de fato e de direito, da
Câmara de Comércio Exterior (Camex) sobre matérias
relevantes relacionadas ao comércio exterior, ainda que
consistam em atos de outros órgãos federais, em
especial propostas de projetos de lei de iniciativa do Poder
Executivo, de decreto ou de portaria ministerial.
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A reabertura dos portos brasileiros
Benedicto
Fonseca Moreira
Presidente
da AEB
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